Austriaco Declara Fortuna de R$ 183 Bilhões à Receita Federal e Alega Que o Tesouro de Ouro Escondido no Mar do Brasil Está na Costa do Rio Grande do Norte.
Uma história que desafia a realidade e intriga as autoridades brasileiras. Um austríaco de 68 anos, Werner Hidel, afirma ser o dono de uma fortuna de R$ 183 bilhões em ouro escondido no mar do Brasil. O mais surpreendente é que ele declarou formalmente esse valor, centavo por centavo, em seu Imposto de Renda. A reportagem, originalmente exibida pelo Domingo Espetacular e detalhada pelo Canal Record Cabo Verde, foi até Ponta do Mel, no Rio Grande do Norte, para investigar o caso.
Hidel, que vive no Brasil há mais de 30 anos, não é um desconhecido. Com um passado que inclui a posse de uma madeireira na Amazônia, negócios na Venezuela e uma condenação por sonegação de milhões de euros na Áustria, ele vive hoje em uma casa alugada. A pergunta que todos fazem é: ele é um visionário excêntrico, um golpista internacional ou o dono de um dos maiores tesouros do mundo?
Quem é Werner Hidel? O Passado do “Guardião” do Tesouro
Werner Hidel chegou ao Brasil em 1991, escolhendo o país como seu lar definitivo. Sua trajetória é marcada por polêmicas e excentricidades financeiras. Segundo o Canal Record Cabo Verde, ele já foi dono de madeireira na Amazônia e, em um ato de protesto contra a justiça austríaca, chegou a queimar o equivalente a 14 milhões de dólares (cerca de R$ 81 milhões em valores atuais) que havia trazido para o Brasil.
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Sua relação com o país natal, a Áustria, é conturbada. Hidel foi condenado por sonegar 11 milhões de euros, embora afirme que a disputa judicial total chegava a 5 bilhões de euros. Ele foi preso no Brasil, no presídio da Papuda, em 2005, e deportado, cumprindo apenas três meses em Viena. Hoje, vive uma vida aparentemente tranquila em Ponta do Mel (RN) com sua companheira, a jornalista austríaca Verônica, e alega ser descendente de Leopoldina, da família real.
A “Sigrailândia”: O País Fictício para um Tesouro Real?
A parte mais inacreditável da história de Hidel é onde esse ouro escondido no mar do Brasil estaria. Ele afirma que o tesouro, em barras, está a 120 km da costa e 40 metros de profundidade, em uma área que ele demarcou com 6.297 km². Segundo Hidel, ele sabe o caminho “sem GPS” e conta com um “pequeno time de pessoas sem cidadania” para acessar o local, já que “no mar aberto não existe lei”.
Para administrar a fortuna, Werner criou a “Sigrailândia”, um país fictício que funcionaria como um paraíso fiscal. Conforme a apuração do Canal Record Cabo Verde, esse “país” tem até moeda própria, o “Eternity”, onde cada unidade equivale a 1g de ouro (cerca de R$ 600 na cotação atual). A soma total dos “Eternities” bateria exatamente com os R$ 183.423.693.476 declarados no Imposto de Renda.
Realidade vs. Fantasia: O Que Dizem os Especialistas e a Lei?
A história do austríaco esbarra frontalmente na legislação brasileira. A Marinha do Brasil, em nota, foi clara: o governo brasileiro tem soberania para explorar, conservar e gerir recursos em até 392 km da costa marítima. A “Sigrailândia”, a 120 km, está plenamente dentro dos limites de exploração do Brasil. Além disso, especialistas em direito internacional afirmam que um indivíduo não pode, por si só, “criar um estado” e esperar que ele seja legítimo.
Um advogado tributarista ouvido pela reportagem explicou que, embora qualquer pessoa possa declarar o valor que quiser à Receita Federal, é preciso comprovar a origem dos bens. Sem essa comprovação, a declaração pode ser considerada fraude ou simulação, levando a implicações criminais. O paradoxo é que, apesar de declarar R$ 183 bilhões, Hidel nunca foi pego na malha fina nem paga impostos sobre esse valor. A Receita Federal informou que não se manifesta sobre a situação fiscal de contribuintes.
Movimentações Milionárias e Ouro Apreendido
Embora a história do tesouro submerso pareça delírio, Werner Hidel de fato movimenta dinheiro. Um órgão de fiscalização financeira do Brasil comprovou que, entre 2018 e 2022, ele movimentou R$ 3 milhões em suas contas bancárias, valor que ele atribui ao transporte de alimentos para a Venezuela durante a crise no país.
Além disso, ele confirma usar ouro como moeda corrente. Em 2018, a Receita Federal apreendeu 3,6 kg em barras de ouro que Werner estava transportando no Aeroporto de Guarulhos, com destino à Turquia. Atualmente, o austríaco responde a pelo menos dois inquéritos da Polícia Federal e 15 processos na justiça em todo o Brasil. Curiosamente, ele não possui nenhum bem em seu nome, alegando que qualquer patrimônio seria apreendido pela justiça.
A reportagem do Canal Record Cabo Verde termina deixando o mistério no ar. Os moradores locais se dividem: Werner Hidel é um “doido”, um “visionário” ou um “lavador de dinheiro”?
Diante dessa história, qual é a sua teoria? Você acha que Werner Hidel é um gênio excêntrico que realmente escondeu uma fortuna, ou tudo não passa de uma fraude elaborada para confundir as autoridades? Deixe sua opinião nos comentários.


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Não bastasse os criminosos daqui agora importam da Áustria também…
Fui diagnosticada com doença de Parkinson há quatro anos. Por mais de dois anos, dependi da levodopa e de vários outros medicamentos, mas, infelizmente, os sintomas continuaram piorando. Os tremores se tornaram mais perceptíveis e meu equilíbrio e mobilidade começaram a declinar rapidamente. No ano passado, por desespero e esperança, decidi experimentar um programa de tratamento à base de ervas da NaturePath Herbal Clinic.
Sinceramente, eu estava cética no início, mas, poucos meses após o início do tratamento, comecei a notar mudanças reais. Meus movimentos ficaram mais suaves, os tremores diminuíram e me senti mais firme ao caminhar. Incrivelmente, também recuperei grande parte da minha energia e confiança. Tem sido uma experiência transformadora. Me sinto mais eu mesma novamente, melhor do que me sentia há anos. Se você ou um ente querido está lutando contra a doença de Parkinson, recomendo muito que você considere a abordagem natural deles. Você pode visitar o site deles em www. naturepathherbalclinic .com