Adolescente Enfrenta Peixe De Grande Porte Em Açude De SC Usando Equipamento Leve E Protagoniza Captura Marcada Por Esforço Extremo.
Um adolescente de 13 años, morador de Chapecó, no Oeste De Santa Catarina, protagonizou uma disputa de mais de uma hora com um jaú de 21 kg em um açude no município de Guatambu.
A força de resistência do peixe na água foi estimada em 42 kg, praticamente o equivalente ao próprio peso do estudante, que hoje pesa 46 kg.
Mesmo usando um equipamento leve e pouco indicado para esse tipo de captura, ele conseguiu fisgar, controlar, fotografar e soltar o animal após a briga.
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Disputa Com Jaú De 21 Kg Mobiliza Pescador Mirim
O estudante Anthony Vinícius Venâncio passou o dia em um açude conhecido na região por abrigar exemplares de jaú que podem chegar a 50 kg.
Segundo ele, a intenção desde o início era travar uma grande disputa com um dos peixes considerados gigantes do local.
Ao longo do dia, porém, sucessivas tentativas falharam.
Anthony relata que o jaú chegou a bater na isca, mas não firmava na fisgada.
Diante das negativas, ele decidiu mudar a estratégia.

“Perdí diversas veces hasta trocar para um anzol maior e usar uma salsicha inteira como isca”, contou o adolescente.
A partir dessa mudança, o peixe finalmente embarcou na disputa que se transformaria em uma briga longa e exaustiva.
Estratégias Na Margem Do Açude Atraem O Peixe
Com o novo conjunto de anzol e isca, o estudante passou a caminhar pela margem do açude, mantendo a vara na mão para dar movimento à linha e chamar a atenção do jaú.
A ideia era provocar o predador, simulando um alimento em deslocamento.
“Yo iba andando en la orilla, moviendo la línea y provocando al pez”, relatou.
Em determinado momento, a estratégia funcionou: o jaú puxou com força e Anthony conseguiu fisgar.
A partir daí, começou uma disputa de resistência.
O peixe buscava profundidade e tentava se esconder nas tocas do açude, enquanto o jovem trabalhava a linha para evitar que ela arrebentasse ou que o animal escapasse.
Equipamento Leve Aumenta O Risco Da Captura

O desafio se intensificou porque Anthony utilizava uma vara Evolution G3, classificada como leve e normalmente não recomendada para brigas com peixes de grande porte.
Esse descompasso entre o tamanho do peixe e o equipamento exigiu ainda mais cuidado do pescador mirim.
Em vários momentos da disputa, o peixe buscou refúgio em estruturas do fundo, o que aumentou o risco de rompimento da linha.
Para evitar a perda da captura, o adolescente passou a segurar diretamente a linha com as mãos, em vez de apenas trabalhar com a vara e o molinete.
A opção trouxe mais controle sobre o jaú, mas também expôs o jovem a ferimentos.
Com o vai e vem da briga, a tensão na linha causou cortes nos dedos de Anthony, que mesmo assim manteve a disputa até conseguir dominar o peixe.
“Era um vai e vem com o peixe e sempre aquele medo de escapar”, lembrou.
Mais De Uma Hora Até O Jaú Entrar No Passaguá
De acordo com o estudante, a briga durou mais de uma hora, sempre alternando momentos em que o jaú parecia cansar e outros em que retomava força e voltava a puxar com intensidade.
O peso de 21 kg do peixe, somado à resistência na água, fez com que o esforço físico se aproximasse da própria capacidade do adolescente.

Cuando el jaú finalmente dio señales de cansaço, Anthony e um amigo que conheceu no pesqueiro aproveitaram a brecha para aproximar o peixe da margem e colocá-lo no passaguá.
“Quando ele deu uma brecha, passamos o passaguá. Levantar o bicho foi complicado, porque mesmo fora da água ele continuava se debatendo. Foi um transtorno para conseguir uma foto”, recordou o jovem.
Ainda assim, eles conseguiram registrar a imagem do momento, com o jaú já contido e o pescador mirim exausto após o esforço.
Suelta Del Pez Emociona Pescador Mirim
Embora a disputa tenha sido longa, Anthony afirma que o ponto mais marcante de toda a experiência não foi a foto, mas a devolução do peixe ao açude.
Ele entrou na água ao lado do amigo que o ajudou na captura para apoiar o jaú no processo de soltura.
O animal foi mantido por algum tempo na posição correta, até recuperar os movimentos e nadar de volta para o fundo.
“Entrei na água com um amigo que fiz no pesqueiro, que me ajudou a tirar o jaú. Sozinho era quase impossível levantar. Foi um dos peixes mais fortes que já peguei”, afirmou.
O momento reforçou o sentido da pesca esportiva, em que o foco está na disputa, no registro e na devolução do peixe em boas condições.
Tradición Familiar Mantiene Joven Cerca De La Pesca Deportiva
A relação de Anthony com a pesca começou cedo.
Ele teve o primeiro contato com a atividade aos cinco anos, incentivado pela mãe, Maristela Gomes, de 55 anos, que trabalha como massoterapeuta.

A tradição, segundo a família, tem origem no avô materno, Alfredo Gomes, já falecido.
O estudante conta que, na infância, as saídas eram constantes para pesque-pagues e acampamentos, muitas vezes ao lado da mãe e do avô.
Nesses locais, ele começou a se familiarizar com varas, linhas e diferentes tipos de isca.
“Minha mãe sempre gostou de pescar, tanto nos acampamentos quanto nos rios com meu avô. Quando eu era pequeno, íamos muito a pesque-pagues, até que surgiu a pesca esportiva e passamos a frequentar os pesqueiros”, relatou.
Com o tempo, a prática evoluiu para a pesca esportiva em pesqueiros estruturados, onde a captura e a soltura de grandes peixes se tornaram parte da rotina da família.
Hoje, mesmo jovem, Anthony já acumula relatos de embates com peixes de grande porte.
A disputa recente com o jaú de 21 kg se destaca pela força do animal, estimada em 42 kg, e pelas condições desfavoráveis do equipamento usado, que exigiram técnica, paciência e atenção constante.
Em meio às histórias que coleciona à beira d’água, surge a curiosidade: qual será o próximo grande desafio desse jovem pescador em Santa Catarina?

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