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Antônio Lleva Un Año Luchando Por Indemnización Tras Banco Transferir 131 Millones De R$ Por Error

Escrito por Sara Aquino
Publicado el 26/11/2025 a las 20:42
Actualizado el 26/11/2025 a las 20:43
Banco fez transferência errada e Antônio recebeu por engano R$ 131 milhões. Trabalhador pede indenização de 10% e relata cobrança indevida.
Foto: Reprodução/TV Anhanguera
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El Banco Hizo una Transferencia Incorrecta y Antônio Recibió por Error R$ 131 Millones. El Trabajador Pide Indemnización de 10% y Relata Cobranza Indebida.

El conductor Antônio Pereira do Nascimento intenta, desde hace más de un año, una indemnización en la Justicia después de haber recibido por error R$ 131 millones en una transferencia realizada por un banco en junio de 2023.

El caso, que ocurrió en Palmas, en Tocantins, desató una secuencia de perjuicios financieros y emocionales, según el propio trabajador, quien afirma que su rutina se alteró completamente tras el error.

La disputa judicial sigue activa, con una audiencia de instrucción aún sin fecha marcada, lo que mantiene a Antônio a la espera de una reparación que, de acuerdo con su defensa, está prevista en la ley.

Desde el principio, Antônio comunicó que el valor no le pertenecía y pidió el reembolso inmediato. Sin embargo, según la defensa, el conductor terminó penalizado de diversas maneras, a pesar de haber devuelto el dinero.

Por ello, los abogados presentaron un proceso solicitando compensación por los daños que él afirma haber sufrido.

Error del Banco y Reembolso Inmediato: Cómo Todo Comenzó

La transferencia incorrecta ocurrió en junio de 2023, cuando Antônio se dio cuenta de que una de sus cuentas había recibido más de R$ 131,8 millones.

Sin dudar, se presentó ante el banco para informar que el valor había sido depositado por error y solicitó la reversión.

El conductor es cliente de la institución responsable del error desde hace 25 años y, según relata, siempre ha mantenido la relación bancaria de forma correcta.

Aún así, a pesar de haber actuado con honestidad, dice haber enfrentado cobros indebidos y un fuerte desgaste emocional.

Además, Antônio relató haber sufrido presión psicológica del gerente para agilizar la devolución, lo que aumentó el estrés generado por una situación que no fue provocada por él.

Así, según la defensa, la vida financiera y personal del conductor se vio profundamente afectada.

Hombre recibió casi R$ 132 millones por error — Foto: TV Anhanguera/Reproducción
Foto: TV Anhanguera/Reproducción

Indemnización Buscada Llega a Más de R$ 13 Millones

El proceso se abrió solo en julio de 2024, más de un año después de la transferencia equivocada.

La defensa pide que Antônio reciba 10% del valor que apareció por error en su cuenta — porcentaje previsto en el artículo 1.234 del Código Civil, que trata de la restitución de cosas encontradas.

Este porcentaje supera R$ 13 millones y, según los abogados, no ha habido propuesta de acuerdo por parte del banco hasta el momento.

Aún así, el equipo jurídico afirma que el proceso está avanzando dentro de los plazos regulares y espera la audiência de instrução, etapa en la que se escuchan testigos y se analizan pruebas.

Cobros Indebidos Aumentaron la Presión sobre Antônio

A pesar de haber devuelto lo que no era suyo, el conductor afirma que sufrió perjuicios directos. Uno de los cobros indebidos que relató fue una tarifa de R$ 70, debitada de la cuenta que había recibido por error el valor millonario.

En 2023, relató la frustración:
“La gente que es honesta en Brasil, paga por ser honesta. Lo que hice fue pagar. Gasté petróleo, anduve en mi auto, salí de mi casa, perdí mi día de trabajo […] Me pusieron en el ‘VIP’. […] ¿Pago una tasa de R$ 36, voy a pagar una de R$ 70?”

El conductor destacó que la tarifa no tenía sentido, ya que el dinero no era suyo y fue devuelto de inmediato.

Repercusión Nacional e Impacto en la Vida Personal

El caso llamó tanto la atención que Antônio ganó espacio en el programa “Acredite Se Quiser”, de Domingão com Huck, en agosto de 2023.

En la ocasión, bromeó sobre la situación:
“Nunca vi un dinero así en mi vida y no podré nunca en mi vida, solo si gano en la Mega-Sena, y jugar no juego.”

Padre de cuatro hijos y abuelo de 14 nietos, Antônio afirma que la repercusión ha traído tanto curiosidad como incomodidad a su familia. Además, según la defensa, hubo una exposición indebida de su vida personal tras el error del banco.

El Proceso Avanza, Pero la Audiencia Aún No Tiene Fecha

La acción está tramitando en la 6ª Vara Cível de Palmas, donde ambas partes ya han presentado sus versiones, se han indicado testigos y se han solicitado pruebas.

La defensa afirma que el proceso sigue sin retrasos, pero la audiencia de instrucción — etapa decisiva — aún no ha sido programada.

El banco, contactado por la prensa, informó que no comenta casos sub judice.

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SAM TCHARLEY
SAM TCHARLEY
29/11/2025 01:41

Eu vejo que o banco está enrolando a vítima e até mesmo na tentativa de comprar o próprio judiciário e do mesmo tempo enrolando a justiça brasileira então vejo que nessa demora está um mistério que só Deus sabe e o universo…mas vejo que o banco «NÃO QUER INDENIZAR A VÍTIMA COM 10% DO VALOR ACHADO NA SUA CONTA E MESMO ASSIM FEZ QUESTÃO DEVOLVER UM DINHEIRO QUE NÃO É DELE MAS NO ARTIGO 1.234 DO CÓDIGO CIVIL NA LEI DA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ELE TÊM POR DIREITO ESSA INDENIZAÇÃO,AGORA O MINISTÉRIO PÚBLICO TAMBÉM TÊM QUE INVESTIGAR ESSE JUIZADO ESPECIAL O PORQUÊ DESSA DEMORA DE RESOLVER UMA COISA QUE JÁ ERA PARA SER RESOLVIDO À FAVOR DA VÍTIMA ANTÔNIO PEREIRA DO NASCIMENTO JÁ QUE AMBAS AS PARTES JÁ FORAM APRESENTAR SUAS VERSÕES,PORTANTO SE EXISTE ESSA DEMORA É PORQUÊ TÊM QUE SER INVESTIGADO O BANCO E TAMBÉM O JUIZADO ESPECIAL QUE ESTÁ TRATANDO O CASO DA VÍTIMA ANTÔNIO POIS NÃO TÊM MOTIVOS DE DEMORAR ESSA DECISÃO A FAVOR DA VÍTIMA MAIS DE 1 ANO…O UNIVERSO ME MOSTRA QUE ALGO ESTÁ ERRADO NA JUNÇÃO DO BANCO E COM JUIZADO ESPECIAL É O QUE ESTÁ PARECENDO MOSTRAR E ESTÁ NÍTIDO NESSA DEMORA ENFATIZO:
⭐️O Artigo 1.231 do Código Civil brasileiro estabelece que «A propriedade presume-se plena e exclusiva, até prova em contrário.»
O Art. 1.231 do Código Civil estabelece uma presunção legal de que toda propriedade é plena e exclusiva.
* Plena: Significa que o proprietário, em princípio, reúne todos os poderes inerentes à propriedade: usar, gozar (colher frutos), dispor (vender, doar) e reaver (pedir de volta). Ou seja, presume-se que a propriedade não tem limitações ou direitos reais de terceiros (como usufruto, hipoteca, servidão) instituídos sobre ela.
* Exclusiva: Significa que o direito de propriedade é de apenas uma pessoa (ou um conjunto de pessoas, em condomínio, onde cada um tem exclusividade sobre sua parte ideal), excluindo o direito de outros sobre o mesmo bem.
* «Até prova em contrário»: Indica que essa presunção é relativa (ou juris tantum). A propriedade será considerada plena e exclusiva por padrão, a não ser que exista um documento (como o registro no Cartório de Imóveis) ou outro meio de prova legal que demonstre alguma limitação (como um usufruto registrado) ou que a propriedade é, na verdade, comum (condomínio).
Em resumo, quem tem a propriedade é presumido ter o máximo de direitos sobre ela, sem que mais ninguém os possua, a menos que se prove o contrário.
O caso do motorista Antônio Pereira do Nascimento, que devolveu os R$ 131 milhões recebidos por engano, está sendo enquadrado na lei do Artigo 1.234 do Código Civil.
* Art. 1.234 do Código Civil: Este artigo trata da recompensa devida ao descobridor de «coisa alheia achada» (que, por analogia, é aplicada a valores recebidos indevidamente e devolvidos).
* O que ele prevê: A lei garante ao descobridor uma recompensa (o «achádego») que não pode ser inferior a 5% do valor da coisa achada, além da indenização pelas despesas de conservação e transporte.
⭐️A Ação: Antônio Pereira do Nascimento entrou na Justiça pleiteando o direito a essa recompensa legal, além de indenização por danos morais.
Portanto, o Art. 1.234 é o dispositivo legal utilizado para justificar seu pedido de recompensa pela honestidade na devolução do dinheiro.
⭐️​A lei, no Artigo 1.234 do Código Civil, estabelece que a recompensa devida a quem devolve coisa achada (o chamado «achádego») não será inferior a 5% (cinco por cento) do valor restituído.
​Portanto:
​Mínimo Legal (Garantido): O percentual legal mínimo garantido é de 5% do valor. No caso dos R$ 131 milhões, 5% seria mais de R$ 6,5 milhões.
⭐️​O Pedido de Antônio: O motorista Antônio Pereira do Nascimento, por meio de sua defesa, está solicitando 10% do valor como recompensa.
​O percentual de 10% é um pedido da defesa que o juiz pode conceder, já que a lei define apenas o mínimo (5%), deixando a critério do julgador ou mediante acordo entre as partes a definição de um valor maior. A defesa argumenta que o valor maior se justifica pelos transtornos, exposição e gastos que ele teve para devolver a quantia.
​Em resumo:
​5% é o mínimo que a lei obriga.
​10% é o que o motorista está pedindo na Justiça.

Ricardo Martins
Ricardo Martins
Em resposta a  SAM TCHARLEY
30/11/2025 12:53

Alguém duvida que o judiciário vai dar ganho de causa para o Banco!? Isso é o Brasil

Brand
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Em resposta a  Ricardo Martins
02/12/2025 17:59

Nenhuma dúvida quanto a isso, vou além, creio que esse valor vai ficar retido no judiciário até que, na forma de um milagre, apareça na conta de algum juiz/desembargador inocente…

Sara Aquino

Farmacêutica e Redatora. Escrevo sobre Empregos, Geopolítica, Economia, Ciência, Tecnologia e Energia.

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