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Por primera vez, la Marina de Brasil y la 4ª Flota de Estados Unidos unen fuerzas en una operación naval conjunta con el portaaviones USS George Washington

Escrito por Rafaela Fabris
Publicado el 15/05/2024 a las 14:57
Pela primeira vez, a Marinha do Brasil e a 4ª Frota dos Estados Unidos unem forças em uma operação naval conjunta com o porta-aviões USS George Washington
Foto: IA/Representação
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En una operación histórica, la Marina de Brasil y la 4ª Flota de los Estados Unidos inician ejercicios militares conjuntos con el portaaviones USS George Washington, con el objetivo de fortalecer lazos y aumentar la interoperabilidad entre las fuerzas navales, mientras demuestran presencia estratégica en América Latina.

En un evento sin precedentes, la Marina de Brasil (MB) y la 4ª Flota de los Estados Unidos iniciaron una operación conjunta con el portaaviones USS George Washington, simbolizando un hito en la colaboración militar entre Brasil y Estados Unidos. La operación, denominada «Southern Seas 2024», se lleva a cabo del 15 al 24 de mayo, abarcando el área marítima de Espírito Santo a Río de Janeiro.

El USS George Washington, uno de los principales activos navales de los Estados Unidos, es conocido por su capacidad de proyección de poder global y desempeña un papel vital en las operaciones internacionales y ejercicios militares. La visita del portaaviones a Brasil no solo refuerza los lazos de defensa entre las naciones, sino que también es vista, según especialistas, como una maniobra estratégica frente a la creciente influencia de China en América Latina.

Las Fuerzas Navales y Aeronavales de los Estados Unidos y la Marina de Brasil realizarán una serie de ejercicios

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China ha intensificado sus relaciones con países latinoamericanos a través de inversiones y cooperación en varias áreas, elevando las preocupaciones sobre su presencia naval e intereses estratégicos en las aguas internacionales. La operación conjunta entre la Marina de Brasil y la 4ª Flota de los EUA puede interpretarse como una respuesta directa a estas actividades, marcando una postura asertiva de los EUA en la región.

Durante la «Southern Seas 2024«, las fuerzas navales y aeronavales de los Estados Unidos y de Brasil realizarán una serie de ejercicios destinados a mejorar la interoperabilidad y fortalecer la cooperación mutua. Además del USS George Washington, participan en la operación el destructor USS Porter, el barco de apoyo logístico USNS John Lethal y el barco de la Guardia Costera de los EUA, SCGC James.

Los Ejercicios Reflejan el Compromiso Continuo de la Marina de Brasil con la Diplomacia Naval

Del lado brasileño, las fragatas Independência y União serán movilizadas, junto con aeronaves como UH-1 Ah 155b Super Cougar, AH-11B Wild Lynx y AF-1 Skyhawk. Estos ejercicios reflejan el compromiso continuo de la Marina de Brasil con la diplomacia naval y su capacidad de actuar como una fuerza de estabilidad en la región.

La operación «Southern Seas 2024» es un ejemplo claro de la importancia de las relaciones militares y diplomáticas entre los Estados Unidos y Brasil, destacando el papel vital que estas interacciones desempeñan en la mantenimiento de la seguridad marítima y en el equilibrio geopolítico en América Latina.

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Roberto Dias Alvares
Roberto Dias Alvares
20/05/2024 10:52

O Brasil ainda não escolheu que lado quer seguir. Ao mesmo tempo que sf alia ao bloco econômico BRICKS com viés comuno-socialista, vive uma dependência psicológica com os norte-americanos. Isso é fruto das mudanças que ocorrem no próprio cenário político onde,ora é a direita ora é a esquerda no poder. O que resta às nossas forças armadas é tirar o maximo proveito desses exercícios procurando entender qual o real interesse militar norte americano próximo ao quintal de nossa casa. Ao nosso tempo, achar que Rússia ou China estão se aproximando da América Latina sem interesse é ser ingênuo. Somos ricos em matérias primas, água, petróleo e recursos naturais. Um ponto positivo é a modernização da marinha com oPROSUB e a construção de novas fragatas. A força aérea com os caças gripem e a transferência de tecnologia são um passo a frente,ou seja, ainda há esperança de melhoria das nossas forças armadas aliadas a capacidade do exército de exercer a luta em selva, coisa que os americanos nunca souberam fazer.

Dionatam
Dionatam
17/05/2024 10:55

Será possível avistar o USS George Washington de algum ponto do RJ?

Alexandre
Alexandre
16/05/2024 04:46

O mundo inteiro sabe que os United Criminals of América são o que de pior existe no mundo! Muitos alienados se deram, finalmente, conta disto.
E, nesta eterna colônia de seres ****, as atrasadas, entreguistas, covardes e submissas Forças Armadas BrasilEEUUras seguem de joelhos a esses trastes sanguinários parasitas que destruíram completamente dezenas de países.
Mas, felizmente, o Império Sionista Satanista está desmoronando e um novo Mundo Multipolar está surgindo com força total.
O que resta a esses trastes é fazer «operações conjuntas» com países militarmente insignificantes, como a sua eterna colônia das bananas.
Vermes **** que sequer possuem um único míssil hipersonico, propulsores para foguetes (usavam os da Rússia), e tantos outros dispositivos e armamentos que países muito mais avançados em tecnologia militar (Rússia, Coreia do Norte, Irã e China) possuem há um bom tempo.
Um novo Mundo Multipolar está surgindo, e é uma IMENSA VERGONHA para o Brasil se prestar a esse tipo de eterna submissão ao invés de fazer operações conjuntas com países que realmente desejam um mundo desenvolvido e melhor (como.os que citei). É jogar uma oportunidade de ouro no lixo.
Povinho atrasado, medíocre, grotesco, que não evoluiu absolutamente nada e ainda vive na época da Guerra Fria.

Rafaela Fabris

Fala sobre inovação, energia renováveis, petróleo e gás. Com mais de 1.200 artigos publicados no CPG, atualiza diariamente sobre oportunidades no mercado de trabalho brasileiro. Sugestão de pauta: rafafabris11@gmail.com

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