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Tempo de leitura 3 min de leitura Comentários 7 comentários

Por qué los portaaviones de Estados Unidos NO PASAN POR EL MAR DEL SUR DE CHINA

Escrito por Rafaela Fabris
Publicado em 11/06/2024 às 15:31
Por que os porta-aviões dos Estados Unidos NÃO PASSAM PELO MAR DO SUL DA CHINA
Os porta-aviões dos Estados Unidos evitam o Mar do Sul da China para evitar tensões com a China. Entenda as razões por trás dessa estratégia. Imagem: Productions Navy/Divulgação
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Los Portaaviones de Estados Unidos Evitan el Mar del Sur de China para Evitar Tensiones con China. Entienda las Razones Detrás de Esta Estrategia.

El Mar del Sur de China es una de las áreas más estratégicas del mundo. Pero, ¿alguna vez se ha preguntado por qué los portaaviones de Estados Unidos no pasan por allí? Vamos a explorar los motivos detrás de esta decisión estratégica y entender las complejidades geopolíticas y militares involucradas.

El motivo principal es evitar aumentar las tensiones con China. Un portaaviones no es solo un barco, sino una base militar flotante, simbolizando gran poder. Si Estados Unidos posicionara regularmente a estos gigantes en el Mar del Sur de China, ¿cómo reaccionaría China? Probablemente, sería visto como un acto provocativo, llevando a enfrentamientos militares o crisis diplomáticas graves.

China Reivindica Casi Todo el Mar del Sur, Marcada por la Línea de Nueve Trazos, A pesar de Decisiones Internacionales Contrarias

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Enviar un portaaviones podría ser visto como una amenaza directa a la seguridad nacional china, llevando a medidas agresivas. Además de consideraciones militares, hay factores diplomáticos y económicos. La presencia de un portaaviones de Estados Unidos podría ser vista como una escalada, socavando esfuerzos diplomáticos y perjudicando relaciones comerciales con China y otros países de la región.

Los portaaviones son activos valiosos y versátiles, necesarios en varios puntos críticos globales. Concentrar muchos recursos en el Mar del Sur de China podría dejar otras regiones vulnerables. La Marina de Estados Unidos necesita mantener una postura militar flexible y estratégica, garantizando la seguridad de rutas marítimas internacionales y respondiendo rápidamente a amenazas globales.

Mantener un Portaaviones en el Mar del Sur de China Presenta Desafíos Logísticos Significativos

Estos portaaviones de Estados Unidos exigen soporte extenso, incluyendo barcos de abastecimiento, instalaciones de mantenimiento y puertos seguros. La presencia de bases militares chinas e islas artificiales equipadas con misiles avanzados representa una amenaza constante, haciendo que las operaciones sean arriesgadas.

Las disputas territoriales en la región complican encontrar puertos amigos y bases de soporte confiables. Muchos países de la región dudan en involucrarse en la rivalidad entre Estados Unidos y China, dificultando la creación de una red de soporte necesaria para operaciones sostenidas.

Las Operaciones de Libertad de Navegación (FONOPS) Son Parte de la Estrategia de Estados Unidos

Estas operaciones tienen como objetivo garantizar que los océanos permanezcan abiertos y accesibles para todas las naciones, desafiando reivindicaciones marítimas excesivas. Estados Unidos realiza FONOPS regularmente, usando barcos más pequeños, como destructores y cruceros, que son más maniobrables y menos provocativos que portaaviones.

La postura asertiva de China y la construcción militar en el Mar del Sur de China complican las operaciones de Estados Unidos. China ha transformado arrecifes sumergidos en puestos militares equipados con pistas de aterrizaje, sistemas de radar y misiles, aumentando las tensiones y el riesgo de conflictos.

Los portaaviones de Estados Unidos evitan el Mar del Sur de China para evitar escaladas, mantener compromisos militares globales, superar desafíos logísticos y contrarrestar la construcción militar china. La estrategia implica un delicado equilibrio entre evitar conflictos y mantener una presencia militar creíble. La situación sigue requiriendo un compromiso diplomático apoyado por una presencia militar robusta.

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Francisco Domingos
Francisco Domingos
14/06/2024 13:35

Com todas essas falácias prefiro os fatos, a ciência e a liberdade.

Mario Cesar Gigante
Mario Cesar Gigante
13/06/2024 23:25

Exploração da miséria humana; repressão jurídica e política; arbítrio armado contra as classes desarmadas e indefesas; ideologias coletivistas degradantes e elitistas. A frente composta por organizações criminosas encasteladas em regimes ditatoriais, cruéis e repressores. Sustentados nas suas máquinas homicidas e na política da eliminação física dos adversários e opositores, como Rússia, China, Venezuela, Cuba, Coréia do Norte, Brasil, Irã, Nicarágua e simpatizantes, tem resultado em uma cultura da morte, da fome, do crime e do terror. Opositores assassinados na Rússia; Fuzilamentos públicos em Cuba; prisões “avulsas” na Venezuela; estupros coletivos no Irã; fome em massa na Coréia; controle armado sobre a população, na China; o novo “eixo do mal” encontra na cumplicidade ignorante de um pseudo-progressismo “intelectual”, promovido pela comunhão dos medíocres, vem vitimando a humanidade em seus valores mais caros, construídos a custa de muito sangue e muitos mártires, que deram suas vidas para a invenção da justiça piedosa, da solidariedade, da moral caridosa, e do respeito a propriedade, ao valor do trabalho dignificante, da família amorosa e unida. Esses valores essenciais “insultam” a **** dos insensatos na sua identidade perdida, desejos insaciáveis, e absoluta falta de méritos. Como não tem moral, ideais, ou valores, se agrupam em sua violência desmedida, e ganância insaciável.
Em algum momento teremos de despir-nos de nossos escrúpulos e confrontá-los “tête a tête”, e depô-los de seus castelos de sangue, de suas pilhas de vítimas e salvar o que resta de nossa sociedade.
Não haverá um único progressista midiático a rever seu papel mesquinho e ****, a arrepender-se por sustentar “ideologicamente” toda essa maré suja de maldades e depravação. E é fácil identificá-los, basta ver alguns dos comentários nessa postagem.

Leo rosa
Leo rosa
Em resposta a  Mario Cesar Gigante
14/06/2024 10:13

Vc está coberto de razão, basta ler os comentários e saber interpreta-los

Kal Max
Kal Max
Em resposta a  Mario Cesar Gigante
15/06/2024 14:18

Kal Max, **** não sabem o falam.
Os americanos estão tentando o melhor para o planeta.

Aguinaldo Valdevino Torres
Aguinaldo Valdevino Torres
12/06/2024 22:26

Reportagens sobre geopolítica internacional são importantes para que tenhamos conhecimento do envolvimento das grandes potências na ajuda ou ao emperrando de nações emergentes. Temos concordado que os EUA têm interferido de maneira a dificultar o desenvolvimento social e econômico dos países emergentes, principalmente através da Organização Internacional do Comércio, mas também, pela imposição de sanções econômica, mudanças nos padrões culturais que diminuem as culturas locais e valorizam a cultura Norte Americana (Soft Power), e de intervenções políticas. O desarranjo das influências dos EUA e a acelerada desagregação do Dólar Americano, ainda, a União de países (BRICS) contra a política exploratória e depredatória dos EUA contra aliados e a tentativa de submissão de todos os países do Planeta Terra às regras deles, nos deixam ávidos por informações que embasem nossas perspectivas de um Planeta Terra melhor para todos.

João
João
Em resposta a  Aguinaldo Valdevino Torres
12/06/2024 22:49

Os americanos são os melhores 👉 👉🇺🇸💪👏👏👏👏

Ronaldo
Ronaldo
Em resposta a  João
13/06/2024 09:24

São os melhores em desgraçar nações que não concordam com suas políticas econômicas, agora estão dando tiro no próprio pé 👣.

Rafaela Fabris

Fala sobre inovação, energia renováveis, petróleo e gás. Com mais de 1.200 artigos publicados no CPG, atualiza diariamente sobre oportunidades no mercado de trabalho brasileiro. Sugestão de pauta: rafafabris11@gmail.com

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