Havan Afirma Que Invertirá R$ 1,2 Bilhão Até O Fim De 2026 Para Abrir 15 Novas Lojas, Chegar A 200 Unidades E Estrear Megastores Como A De Goiânia, Com 10 Mil M² E 200 Empregos Diretos, Enquanto Promete Entrar Em Estados Ainda Sem Operação, Com Calendário Citado Para Março.
Havan, comandada por Luciano Hang, colocou números e prazos sobre a mesa ao detalhar um plano de expansão que soma R$ 1,2 bilhão até dezembro de 2026. A promessa é abrir 15 novas lojas, alcançar 200 unidades e usar Goiânia como vitrine de megastore, com 10 mil m² e cerca de 200 empregos diretos.
O movimento acontece num momento em que o varejo disputa preço, conveniência e presença territorial ao mesmo tempo. A aposta da Havan é que escala e capilaridade geram vantagem, mas a execução depende de calendário, mão de obra e capacidade de sustentar lojas grandes em mercados diferentes.
O Dinheiro, A Meta E O Que A Havan Está Dizendo Que Quer Comprar

Ao falar em R$ 1,2 bilhão, a Havan enquadra o plano como investimento distribuído até o fim de 2026, com foco em inaugurações e estrutura física.
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O desenho público é simples: 15 novas lojas para bater 200 unidades, com megastores como padrão visível, e não apenas lojas menores de rua.
O que fica por trás dos números é a pergunta prática: por que agora. O argumento implícito é de ocupação de território e de disputa por consumo regional.
Quando uma rede mira 200 unidades, ela passa a depender menos de um único polo e mais de dezenas de mercados médios, e isso reorganiza logística, estoque e contratação.
No curto prazo, o plano cria um efeito direto: cada abertura anunciada vem acompanhada de expectativa de vagas e de movimentação do comércio local.
A Havan repete o modelo de megastore e tenta transformar inauguração em evento de mercado, sem prometer milagres: é expansão com prazo, não um salto sem calendário.
Ao mesmo tempo, o próprio tamanho do cheque expõe um risco comum a redes de grande porte: o investimento precisa se pagar em diferentes realidades de renda, concorrência e hábitos de compra.
R$ 1,2 bilhão compra prédio, mas não compra demanda, e é aí que a execução, cidade por cidade, costuma decidir se a meta vira rotina.
Goiânia Como Ponto De Partida E O Papel Dos 200 Empregos Diretos
A primeira peça do calendário já foi exibida: a megaloja inaugurada em 31 de janeiro em Goiânia, no estado de Goiás, foi apresentada como a unidade de número 188.
Com mais de 10 mil m², ela serve como referência do que a Havan pretende replicar ao longo do ano.
O dado mais sensível para a cidade é o emprego. A empresa aponta cerca de 200 empregos diretos associados à unidade, número que costuma ser usado como régua de impacto imediato.
Quando uma loja desse porte chega, o efeito mais rápido aparece na contratação, antes mesmo de qualquer discussão sobre preços e participação de mercado.
Goiânia também ajuda a responder onde e como a estratégia se materializa: uma megastore grande, com variedade de categorias, e operação desenhada para atrair fluxo.
Esse formato tende a exigir estacionamento, logística robusta e um mix que sustente visita recorrente, não apenas curiosidade de inauguração.
É por isso que 200 empregos diretos viram mais do que um número: eles sinalizam o tamanho da operação, a capacidade de giro e a ambição do formato. Se a Havan repetir a escala em novas praças, a contratação vira termômetro do ritmo real, além do discurso.
15 Novas Lojas, 200 Unidades E A Disputa Por Presença Em Estados Sem Operação
A meta declarada é objetiva: 15 novas lojas para chegar a 200 unidades em 2026. O plano também inclui a intenção de entrar em estados onde ainda não havia operação, com menção a Amapá, Roraima e Ceará, além de reforçar regiões onde a rede já atua.
O cronograma do primeiro trimestre aparece como sinal de cadência. Estão citadas inaugurações em fevereiro, em Maringá, no Paraná, e em março, em Curitiba, também no Paraná. A ideia é manter um fluxo de aberturas que sustente o discurso de expansão, sem depender apenas de uma grande inauguração.
A promessa de estar presente em todos os estados até o fim do ano amplia o desafio, porque transforma expansão em um problema de cobertura nacional. Entrar em estados sem operação é mais do que abrir porta: é montar cadeia de suprimentos, treinamento e adaptação a concorrentes locais, e isso costuma exigir meses de estabilização.
Nessa conta, 15 novas lojas não são apenas números; elas são decisões de praça, de custo e de estratégia. E a própria Havan reconhece, ainda que indiretamente, que a convivência com o varejo regional e com as diferenças de consumo define se 200 unidades será um marco sustentável ou só um número redondo.
O Que Fica Para O Consumidor E Para A Economia Local Até O Fim De 2026
Do ponto de vista do consumidor, a expansão da Havan tende a aumentar a oferta de categorias citadas como parte do portfólio, como vestuário, eletrônicos e itens de decoração. A rede aposta em amplitude de sortimento e estratégia de preços, mas o resultado, na prática, depende de estoque, giro e experiência de compra, que variam conforme cidade e renda.
Para a economia local, o impacto inicial costuma se concentrar em emprego e serviços. Cada unidade é descrita como capaz de gerar, em média, cerca de 200 empregos diretos, o que reforça o discurso de desenvolvimento regional associado à chegada da megastore.
Há, porém, uma camada menos óbvia: a entrada de uma grande rede pode elevar a competitividade e pressionar o comércio tradicional, especialmente em cidades onde o varejo é mais fragmentado. O mesmo movimento que amplia opções pode concentrar demanda, e esse efeito é diferente em capitais e em centros médios.
Até o fim de 2026, o que a Havan está medindo é se consegue transformar investimento em presença consistente, e não apenas em inauguração. O plano cita R$ 1,2 bilhão, 15 novas lojas e o caminho para 200 unidades, mas o termômetro real será a capacidade de manter operação, atrair público e sustentar empregos.
A Havan diz que colocará R$ 1,2 bilhão até o fim de 2026 para abrir 15 novas lojas, chegar a 200 unidades e multiplicar megastores, começando por Goiânia, com 10 mil m² e 200 empregos diretos. A expansão existe no papel e já começou na rua, mas o desafio está em repetir o modelo sem perder fôlego.
Se uma megastore da Havan abrisse perto de onde você mora, o que pesaria mais na sua decisão: variedade, preço, conveniência ou o efeito sobre o comércio local? E, olhando para 2026, você acha que 15 novas lojas e 200 empregos diretos por unidade mudam a economia da cidade ou só deslocam o consumo?

Falta a Havan olhar p Guarulhos cidade c mais de um milhão e trezentos mil habitantes
Esse é o Brasil que tá quebrando. Nesse post você não verá nenhum G A D O comentando kkkkkk
Graças aos empresários que a esquerda tanto briga contra,não estamos pior. E que ironia,logo um G A D O trasendo tantos empregos e movimentando a economia do país kk
Mas sim o país está quebrado,da um Google nas contas públicas e surpreenda-se com o tamanho do rombo que seu presidente foi capaz de fazer.
Acredito que um pouco de cada item, porém dar empregos me parece um ganho social, bons preços reverte em ganhos familiares, eu particularmente hoje adoro comprar na Havan, mobiliei meu apto e o enxoval foi todo HAVAN, loucas eletros domésticos tudo o que precisamos para nosso conforto. Atendimento excelente …