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Banco Se Equivoca y Deposita R$ 18,6 Millones, Pero Niega Acuerdo con Cliente y Quiere el Dinero de Vuelta con Intereses

Escrito por Carla Teles
Publicado el 06/10/2025 a las 19:18
Banco erra e deposita R$ 18,6 milhões, mas nega acordo com cliente e quis o dinheiro de volta com juros
Um banco erra e deposita R$ 18,6 milhões na conta de um cliente. Ele usa parte do valor, mas o banco nega acordo e exige o dinheiro de volta com juros. Entenda a disputa judicial.
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Conforme apurado pela Record Goiás, um empresário goiano se viu no centro de uma batalha judicial após a instituição financeira se recusar a negociar e exigir o valor com acréscimos.

Um empresário de Goiânia foi surpreendido com um depósito de R$ 18.666.000,00 em sua conta corrente após um banco errar em uma operação massiva. O caso, que inicialmente parecia um golpe de sorte, rapidamente se transformou em um imbróglio judicial quando a instituição financeira, além de reaver o valor, se negou a fazer um acordo e passou a exigir a devolução do montante com juros, segundo a defesa do cliente.

O episódio, detalhado em uma reportagem da Record Goiás, expõe a complexa situação de um cliente que utilizou parte do dinheiro antes de ser notificado. A reação do banco incluiu o registro de um boletim de ocorrência e uma ação que levou à apreensão de bens, enquanto o empresário alega ter tentado negociar a devolução desde o primeiro momento, sendo agora réu em um processo criminal e autor de uma ação de indenização contra a instituição.

El Error Millonario y las Transferencias Inmediatas

O ponto de partida do caso foi uma falha sistêmica em um grande banco, ocorrida no dia 26 de diciembre del año pasado. O erro operacional afetou cerca de 400 clientes en todo Brasil, que receberam depósitos milionários inesperados. Entre eles estava Guilherme Moreira, dono de um restaurante de luxo em Goiânia, que viu sua conta saltar para mais de R$ 18,6 milhões da noite para o dia.

No dia seguinte ao depósito, antes de uma comunicação formal do banco, Guilherme realizou cinco transferências que, juntas, somaram mais de R$ 1,1 milhão. Documentos obtidos com exclusividade pela Record Goiás mostram que ele transferiu R$ 150 mil para seu pai, outros R$ 150 mil para a conta de sua empresa, R$ 502 mil para um fornecedor e adquiriu um veículo Porsche, año 2014, por un valor de R$ 280 mil. Essas movimentações se tornaram o centro da acusação da instituição financeira.

La Respuesta del Banco y la Acción Policial

Diante das transferências, a instituição financeira optou por uma abordagem dura. Em vez de focar apenas na recuperação administrativa do valor, o banco registrou um boletim de ocorrência contra Guilherme. A ação policial resultou em uma determinação judicial para a busca y aprehensión del vehículo de lujo, que foi posteriormente entregue à instituição como parte da restituição.

Segundo o delegado responsável pelo caso, existem indícios de que o empresário tentou tirar vantagem da situação. A investigação apontou que, no dia anterior ao depósito, o saldo em conta de Guilherme era de aproximadamente R$ 27 mil, um valor drasticamente inferior ao milhão que ele movimentou. Com base nisso, o empresário foi indiciado por crimes que, somados, podem resultar em até 11 anos de prisão.

La Versión de la Defensa: Intento de Acuerdo Frustrado

Video de YouTube

O advogado de Guilherme Moreira contesta veementemente a narrativa de má-fé, afirmando que su cliente buscó al banco tan pronto como se dio cuenta del error. A defesa apresentou mensagens de texto trocadas com o gerente da conta, nas quais o empresário se coloca à disposição para negociar a devolução dos valores. A principal reviravolta no caso, segundo o advogado, foi a postura irredutível da instituição.

O grande impasse surgiu porque, de acordo com a defesa, o banco erra mas se recusou a aceitar um acordo de devolução, exigindo o montante integral corrigido com juros. “Mi cliente, además de estar con la cuenta negativada hasta hoy, recibiendo una serie de cobros, ahora tiene un bien incautado en la operación policial y todo el bochorno de enfrentar una investigación criminal”, afirmó el abogado a la Record Goiás. Em resposta, o empresário moveu uma ação de indenização por danos morais e materiais contra o banco.

Consecuencias Legales: “¿Lo Encontrado No Es Robado?”

Embora a situação tenha sido provocada por uma falha interna, a lei brasileira é clara sobre a apropriação de valores indevidos. O ditado popular de que “lo encontrado no es robado” não se aplica ao sistema jurídico. Apropriar-se de dinheiro que entrou na conta por engano, mesmo que o banco erra seja a causa, caracteriza uma infração penal. A orientação legal é sempre buscar a devolução imediata a quem é de direito.

O erro do banco, na época, foi notícia em diversos portais, e muitos dos clientes que receberam os valores os devolveram por conta própria, evitando complicações legais. O caso de Guilherme Moreira, no entanto, serve como um alerta sobre como uma falha operacional pode escalar para uma disputa judicial complexa, com graves consequências financeiras e criminais para o cliente envolvido.

¿Qué harías en esta situación? ¿Crees que la actitud del banco al cobrar intereses por su propio error fue correcta? Deja tu opinión en los comentarios, queremos saber cómo ves este impasse.

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Moacir Santos
Moacir Santos
11/10/2025 18:02

O equívoco do banco envolveu quatro centenas de clientes, outros tomaram a iniciativa de devolver como prever o Código Penal em seu artigo 169, que proclama, «Apropriar-se alguém de coisa alheia vinda ao seu poder por erro, caso fortuito ou força da natureza.» Pena de detenção de 1 mês a 1 ano, ou multa.
Nas relações humanas e contratuais a boa-fé é fundamental.

Wagner
Wagner
08/10/2025 23:39

O cara foi ****, era só fazer um boletim de ocorrência, abria um processo em seguida contra o banco por constrangimento, danos morais, depois entrava em contato com o banco tentando devolver o dinheiro, fazendo isso sempre com testemunha. Não ia ter dor de cabeça kkkkkkk.

Soraia
Soraia
08/10/2025 19:31

Eu jamais usaria o dinheiro. Nunca na minha vida vou ter um montante desses e se cair na minha conta, claramente tem algo errado. Eu devolveria. Não vale o estresse, o desgaste e a vergonha de tentar provar que não fui mau caráter quando, claramente, fui.

Moacir Santos
Moacir Santos
Em resposta a  Soraia
11/10/2025 18:09

Você acertaria em cheio! O artigo 169 do Código Penal tipifica como conduta criminosa: Apropriar-se de coisa alheia vinda ao seu poder por erro, caso fortuito ou força da natureza, e prever pena de detenção de um mês a um ano, ou muta.

Carla Teles

Produzo conteúdos diários sobre economia, curiosidades, setor automotivo, tecnologia, inovação, construção e setor de petróleo e gás, com foco no que realmente importa para o mercado brasileiro. Aqui, você encontra oportunidades de trabalho atualizadas e as principais movimentações da indústria. Tem uma sugestão de pauta ou quer divulgar sua vaga? Fale comigo: carlatdl016@gmail.com

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