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Por qué Estados Unidos nunca vendió acorazados o portaaviones a la Armada de Brasil

Escrito por Rafaela Fabris
Publicado em 11/06/2024 às 18:00
Por que os Estados Unidos nunca venderam encouraçados ou porta-aviões para a Marinha do Brasil
A relação entre os Estados Unidos e o Brasil sempre foi complexa, especialmente quando se trata de questões militares. Entre 1930 e 1970, os Estados Unidos nunca venderam encouraçados ou porta-aviões para a Marinha do Brasil. Imagem: Production Navy/Divulgação
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La relación entre Estados Unidos y Brasil siempre ha sido compleja, especialmente cuando se trata de cuestiones militares. Entre 1930 y 1970, Estados Unidos nunca vendió acorazados o portaaviones para la Marina de Brasil.

Durante los años 1930, la flota brasileña estaba estancada. La Marina de Brasil buscó apoyo de Estados Unidos para modernizar su marina. En ese momento, Estados Unidos quería fortalecer lazos con países de América Latina para evitar que se acercaran a enemigos como Alemania e Italia. Este interés estadounidense abrió puertas para Brasil.

En 1937, con ayuda estadounidense, Brasil comenzó a construir destructores de la clase Marcilio Dias, basados en los modelos estadounidenses. Durante la Segunda Guerra Mundial, Estados Unidos continuó brindando apoyo, incluyendo destructores de escolta de la clase Cannon.

A pesar de esta colaboración, Estados Unidos nunca vendió barcos mayores como acorazados o portaaviones para Brasil.

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En varias ocasiones, las solicitudes de la Marina de Brasil fueron rechazadas. Por ejemplo, en 1936 y 1937, Brasil solicitó barcos obsoletos de la clase Omaha y de la clase Wickes, pero el gobierno estadounidense rechazó. Durante la Segunda Guerra Mundial, Brasil planeó adquirir barcos mayores, incluidos portaaviones de la clase Independence y acorazados de la clase Nevada.

Sin embargo, Estados Unidos se opuso a estas solicitudes. Creían que Brasil no necesitaba una flota tan grande y que el costo de operación de estos barcos era demasiado alto. Estados Unidos quería asegurarse de que Brasil no tuviese una flota superior a la de otros países de la región y preferían que Brasil dependiera del apoyo estadounidense para cuestiones de soberanía.

Además, creían que Brasil debería enfocarse en mejorar su infraestructura y transporte, en vez de invertir en barcos de guerra caros.

Esta postura estadounidense llevó a la Marina de Brasil a considerar seriamente la compra de barcos británicos. A partir de la década de 1970, Brasil comenzó a desarrollar su propia industria naval con apoyo británico, construyendo fragatas de la clase Niterói y adquiriendo submarinos de la clase Oberon.

A pesar de los rechazos y de la complejidad de las relaciones, Estados Unidos y el Brasil mantuvieron una relación estratégica. Eventualmente, los estadounidenses se dieron cuenta de la importancia de apoyar a la Marina de Brasil y comenzaron a ofrecer otros tipos de barcos. Sin embargo, nunca vendieron acorazados o portaaviones a Brasil. Esto marcó una era de aprendizaje y adaptación para la Marina de Brasil, que buscó desarrollar su propia capacidad naval y diversificar sus proveedores.

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Chaosnat
Chaosnat
17/06/2024 16:55

Ainda bem que não deu certo adquirir esses trambolhos, navios acima de cruzadores atualmente não são necessários para nenhuma marinha de guerra.

Ricardo Machado
Ricardo Machado
Em resposta a  Chaosnat
15/07/2024 15:56

Pensando bem, foi um FAVOR que eles nos fizeram em não vender armas caras e que vai ficar OBSOLETAS EM POUCOS ANOS, realmente o que era MELHOR PARA O BRASIL:
— Desenvolver suas Comunicações e Infraestrutura ou comprar algo que não MELHOR DAS HIPÓTESES vai apenas ficar CONSUMINDO RECURSOS que poderia ser melhor empregados em outras aquisições?
Ter um Grande Porta-aviões (Porque CRUZADORES AMERICANOS nós tivemos, e eram CAROS DE MANTER…) que somente pode estar em um UNICO LUGAR A DADO MOMENTO,ou vários “Torpedo Boats Destroyers”
(**** assim porque me recuso a adotar uma Terminologia Limitativa …) para Cobrir com a Presença da Marinha em vários lugares ao mesmo tempo???
Não bastou o “OPALÃO” para ensinar sobre DESPERDÍCIO DE RECURSOS?

hannah w. becker
hannah w. becker
Em resposta a  Ricardo Machado
27/09/2024 21:26

oie…os franceses nos empurraram a sucatona do foch e no final aquilo matou marinheiros em incidentes internos! gastamos outra grana no projeto do sub alemao e afundou antes de sair do estaleiro…agora estamos fazendo subs a francesa…vamos ver como faremos com as demais fragatas urgentes…temos 1 pelo menos! mas temos tanto atraso tech que vamos gastar 25 ou mais anos pra navegar na amazonia azul.. agora os patrulheiros navais p3 orion tao dando muita despesa e estamos avaliando se o kc390 pode virar patrulheiro naval…alterar o projeto dele pra outra funcao podera ficar inviavel!

Lucas R
Lucas R
17/06/2024 08:29

Precisamos de mais navios patrulha. Porta aviões são para países que estão em constante guerra ou pensando em expansão territorial. E parem de delirar, hoje no mundo ninguém chega nem no joelho dos EUA. Juntando os 9 primeiros colocados depois dos americanos não chega no gasto militar deles.

Angenor Lopes Fontoura
Angenor Lopes Fontoura
13/06/2024 10:22

Não apenas os Estados Unidos, como a China a França a grã-bretanha e a Alemanha. Precisamos nos desenvolver por conta própria.

Rafaela Fabris

Fala sobre inovação, energia renováveis, petróleo e gás. Com mais de 1.200 artigos publicados no CPG, atualiza diariamente sobre oportunidades no mercado de trabalho brasileiro. Sugestão de pauta: rafafabris11@gmail.com

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