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STJ Confirma Que La Pensión Alimentaria Debe Ser Proporcional A Los Ingresos Reales Del Padre Y No Al Nivel De Vida De La Madre — La Decisión Refuerza El Equilibrio En Las Obligaciones Familiares Y Evita Abusos En Las Solicitudes De Aumento

Escrito por Débora Araújo
Publicado el 10/10/2025 a las 12:06
STJ confirma que pensão alimentícia deve ser proporcional à renda real do pai e não ao padrão de vida da mãe — decisão reforça equilíbrio nas obrigações familiares e evita abusos nos pedidos de aumento
STJ confirma que pensão alimentícia deve ser proporcional à renda real do pai e não ao padrão de vida da mãe — decisão reforça equilíbrio nas obrigações familiares e evita abusos nos pedidos de aumento
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El STJ reafirmó que el valor de la pensión alimenticia debe ser fijado conforme a la renta real del alimentante y las necesidades del hijo, aplicando el trinomio necesidad, posibilidad y proporcionalidad.

El Superior Tribunal de Justicia (STJ) publicó, en septiembre de 2025, una decisión que reafirma uno de los pilares del derecho de familia: el valor de la pensión alimenticia debe observar la renta real del alimentante y las necesidades del hijo, y no el estándar de vida del otro progenitor.

La decisión refuerza la aplicación del trinomiop necesidad, posibilidad y proporcionalidad, previsto en el artículo 1.694 del Código Civil, según el cual el valor de la pensión debe respetar el equilibrio entre lo que es necesario para el sustento del alimentado y lo que es posible al alimentante contribuir sin comprometer su propia subsistencia.

El caso analizado involucró a una madre que solicitó ajuste de la pensión alegando aumento de los gastos domésticos y mejora en su estándar de vida. El padre, sin embargo, comprobó que su renta permanecía estable y que el valor pagado ya comprometía una parte significativa del presupuesto.

El STJ mantuvo la decisión de las instancias inferiores y negó el aumento solicitado, destacando que la pensión alimenticia no debe ser utilizada para mantener un estándar de vida superior al de la realidad financiera del responsable que paga los alimentos.

Lo que dice la legislación sobre el cálculo de la pensión

La legislación brasileña establece que los alimentos deben fijarse conforme a la necesidad de quien recibe y a la posibilidad de quien paga.
El art. 1.694, §1º, del Código Civil dispone:

“Los alimentos deben fijarse en proporción a las necesidades del reclamante y los recursos de la persona obligada.”

En la práctica, esto significa que el juez debe equilibrar el valor conforme el contexto socioeconómico de las partes, evitando que la pensión sea usada como instrumento de enriquecimiento indebido o castigo al alimentante.

Video de YouTube

El STJ tiene jurisprudencia consolidada sobre el tema. En decisiones como el REsp 1.355.573/SP y el AgInt en REsp 1.985.441/PR, la Corte destacó que el valor de los alimentos no puede superar la capacidad financiera del padre, aún cuando la otra parte tenga un estándar de vida más elevado.

Precedentes refuerzan equilibrio y proporcionalidad

En los últimos años, el STJ y tribunales estatales han consolidado decisiones que rechazan pedidos desproporcionados. Entre los principales precedentes:

  • STJ – REsp 1.355.573/SP: fijó que el valor de los alimentos debe respetar la realidad financiera del alimentante, evitando un costo excesivo.
  • TJ-SP – Apelación Civil nº 1002349-86.2023.8.26.0004: reconoció que la pensión no puede ser usada para cubrir gastos de lujo del responsable de la guarda.
  • TJ-DF – 0702147-94.2021.8.07.0019: reafirmó que la obligación cesa cuando hay independencia financiera del hijo, aún cuando el otro progenitor mantenga un estándar superior.

Estos entendimientos forman una línea coherente: el valor de la pensión debe satisfacer el sustento y desarrollo del hijo, y no ser definido con base en comparaciones entre estándares de consumo de los padres.

Lo que cambia en la práctica

La decisión del STJ tiene un impacto directo en acciones revisionistas de alimentos.
Reforza que el padre (o la madre, cuando sea el caso) no está obligado a sostener un estándar de vida por encima de su realidad financiera, incluso si el otro progenitor tiene ingresos más altos o condiciones de ofrecer más comodidad. Con este entendimiento, los jueces tienen respaldo para:

  • Negar aumentos injustificados de pensión basados solo en gastos de lujo o vanidad;
  • Reducir valores cuando se compruebe una disminución de ingresos del alimentante;
  • Evitar distorsiones que transformen la pensión en una fuente de desequilibrio financiero entre las partes.

El objetivo es mantener el deber de sustento dentro de límites razonables, garantizando lo esencial para el niño sin generar una carga excesiva a uno de los lados.

Video de YouTube

Contexto actual: aumento de acciones revisionistas

Datos levantados por tribunales estatales muestran que los pedidos de revisión de pensión alimenticia crecieron alrededor de 20% entre 2024 y 2025, impulsados por el aumento del costo de vida y la inestabilidad económica.

Muchos de estos pedidos, sin embargo, no se basan en una necesidad comprobada del hijo, sino en intentos de ajustar valores conforme al estándar de consumo de la familia — lo que el STJ ahora refuerza no ser jurídicamente viable.

La nueva decisión busca estabilizar el entendimiento nacional y reducir la judicialización de conflictos que surgen de interpretaciones equivocadas sobre el verdadero objetivo de la pensión.

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Lady
Lady(@tlg_8389621670)
Active Member
14/10/2025 14:33

A faça me o favor… Esses comentarios…. 90% das mulheres preferem que o cara use camisinha fo que ter filho, se teve foi pq o cara queria sem e agora reclama das consequencias? Pois bem, filho não é pra quem ganha 1 Salario fome….. não fez planejamento familiar, não fez vasectomia ou empurram no seco e acham ruim kkk

Curioso que estou com 26 aninhos e sem nenhum filho e sem nenhuma dor de cabeça com forum, olha que coisa.

Última edição em 5 meses atrás por Lady
Donovan
Donovan
12/10/2025 08:19

Pensão alimentícia é um mero nome figurativo, haja vista que a maioria das «contempladas» desviam esses valores para investirem em mesmas.
Minha tia é proprietária de um salão e espaço hair, segundo ela o que mais se ouve são as «digníssima» contando os dias para receberem a pensão (que deveria ser para os filhos),para agendarem um trato em suas nails, sobrancelhas e cabelos, muitas dão risadas dizendo (tenho que ficar bonita), enquanto o detentor de direito (filho)recebe migalhas desse valor sem poder sequer pedir algo de seus desejos(peça mais para seu pai!).
Essas mercenárias parideiras não representam as mães honradas que além de receber a pensão investem no futuro de seis filhos.
PS: Comentário de um pai que criou seu filho sozinho (tenda a guarda dele)e que abriu mão da pensão alimentícia, pois 1000 de pensão para mulher é pouco , mas 1000 para um um homem é muito.
Filhos não se compram em lojas.
A responsabilidade é dos dois ambos deveriam arcar com valores iguais e não viver parasitando um no outro.

Gabriel Vidal
Gabriel Vidal
Em resposta a  Donovan
12/10/2025 10:55

Excelente colocação meu caro. Infelizmente não tive a mesma sorte que você, ao tentar ficar com a guarda da minha filha, a genitora a bombardeou com pressão psicológica, retirei a ação pois o prejuízo talvez não fosse reversível depois. Sigo aguardando o dia em que ela não verá um centavo meu mais na conta dela (a genitora) para minha filha NUNCA faltará nada, assim como nunca faltou, pois a genitora até hoje nunca colaborou com absolutamente nada. Eu além de arcar com todo o financeiro, sou também quem a leva em médicos, para escola, atividades extra curriculares, etc.
Levaremos ainda bons anos para que judicialmente essa realidade comece a ser vista com mais frequente, e que as decisões de guarda e pensão sejam mais equalitárias.

ROGÉRIO ADVOGADO
ROGÉRIO ADVOGADO
Em resposta a  Donovan
13/10/2025 06:55

A lei não tem mecanismos para FISCALIZAR a forma como tais valores são gastos, mas o ALIMENTANTE deve fiscalizar, juntar provas cabais e denunciar em Juízo, pontuando que o valor está sendo INDEVIDAMENTE desviado de sua finalidade e/ou pedir redução de alimentos, mas TUDO deve ser provado e feito de forma inteligente.

Anna
Anna
Em resposta a  Donovan
14/10/2025 06:03

A pensão deveria ter controle. O responsável deveria receber um cartão que lhe daria direito somente em comprar alimentos, não houvesse meio de troca. Não pagasse nada além de alimentos. Quando se separar os dois deveria ter assumido a responsabilidade de médico/medicações, roupas/calçados, laser, escola, material escolar, dentista. Quando for baixa renda busca SUS, filhos não são mercadoria de troca. Mulheres e homem que não tem capacidade de manter um filho, não inventa de fazer sexo sem proteção, ou já faz vasectomia se quer divertir, senão camarada vai ter uma obrigação até os 24 anos próximos. Hoje se tivesse uma filha que trouxesse um filho, quem ia cuidar seria o pai a mãe dele pai dele, haja vista..

Bunda
Bunda(@gahsaboiagmail-com)
Member
12/10/2025 07:51

Juizes e mps deveriam ter verginha de fixar um valor sem pesquisar e contabilizar a necessidade e possibilidade da familia. Esse paístem um. Judiciário de ****

Débora Araújo

Débora Araújo é redatora no Click Petróleo e Gás, com mais de dois anos de experiência em produção de conteúdo e mais de mil matérias publicadas sobre tecnologia, mercado de trabalho, geopolítica, indústria, construção, curiosidades e outros temas. Seu foco é produzir conteúdos acessíveis, bem apurados e de interesse coletivo. Sugestões de pauta, correções ou mensagens podem ser enviadas para contato.deboraaraujo.news@gmail.com

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