Programa Estratégico Permite ao Brasil Prolongar a Operacionalidade dos Leopard 1 A5, Modernizar Componentes Críticos e Manter o Poder de Fogo das Tropas Blindadas do Sul do País por Mais de Uma Década e Meia
Prolongar a vida útil da frota de carros de combate e assegurar a capacidade operacional das tropas blindadas é hoje uma das principais prioridades estratégicas das Forças Armadas. Nesse contexto, o Exército Brasileiro deu um passo decisivo ao avançar com o Projeto de Revitalização dos Carros de Combate Leopard 1 A5, iniciativa que amplia o poder de fogo, preserva a mobilidade e garante a operacionalidade desses blindados até, pelo menos, o ano de 2040.
A informação foi divulgada pelo Comando Militar do Sul e detalha que, em janeiro de 2026, foram concluídos os trabalhos de revitalização das duas primeiras viaturas do projeto. A iniciativa integra o Programa Estratégico Forças Blindadas, lançado no segundo semestre de 2025, e representa uma resposta direta à necessidade de manter meios blindados plenamente operacionais diante de cenários cada vez mais complexos.
Além disso, o projeto é gerido pelo Estado-Maior do Exército, coordenado pelo Comando Militar do Sul e pelo Comando Logístico, sendo executado pelo Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar (Pq R Mnt/3), localizado em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
-
El «monstruo de acero» alemán de 55 toneladas dispara hasta 10 proyectiles por minuto a más de 40 km y evita contraataques en el campo de batalla al moverse rápidamente para escapar de ataques enemigos; conoce el obús Panzerhaubitze 2000.
-
USS Gerald R. Ford, el mayor portaaviones del mundo, regresa al mar tras un incendio en la lavandería en el Mar Rojo; reparado en Creta, retoma misiones de la Operación Epic Fury contra Irán.
-
Potencia militar: El nuevo caza KF-21 de Corea del Sur será una pieza clave en la sustitución de aeronaves antiguas de la fuerza aérea, colocando al país en el mapa de las potencias militares aéreas.
-
Con 310 metros, 80 mil toneladas y capaz de operar durante 45 años, el nuevo portaaviones nuclear France Libre será el más grande de Francia y entrará en operación en 2038.
Revitalização Técnica Garante Desempenho Pleno dos Blindados por Mais 15 Anos

Segundo o diretor do Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar, Coronel Idunalvo Mariano, o processo de revitalização vai muito além de uma manutenção convencional. Conforme explica o oficial, a iniciativa assegura que os Leopard 1 A5 possam continuar sendo empregados em pleno desempenho operacional por pelo menos mais 15 anos, estendendo sua vida útil até 2040.
De acordo com o comandante, essa extensão de vida operacional representa uma sobrevida significativa do poder de combate do Exército, favorecendo diretamente a projeção de poder e a capacidade dissuasória da força terrestre brasileira. Em outras palavras, o projeto evita a perda prematura de um meio estratégico e reduz a necessidade imediata de substituição por plataformas mais caras.
Nos pavilhões do Parque de Manutenção, o trabalho ocorre de forma minuciosa e altamente especializada. Conforme relata o Subtenente Luciano Rauber, integrante da equipe técnica, a revitalização difere completamente da manutenção preventiva ou corretiva realizada rotineiramente. Enquanto a manutenção busca manter o veículo em funcionamento, a revitalização tem como objetivo restaurar e prolongar a longevidade estrutural, mecânica e eletrônica do carro de combate.
Processo Envolve Diagnóstico Completo, Nacionalização de Peças e Testes Rigorosos

Os carros de combate Leopard 1 A5 revitalizados têm origem nos Regimentos de Cavalaria Blindada subordinados ao Comando Militar do Sul. Ao chegarem ao Parque, as viaturas passam inicialmente por um diagnóstico técnico detalhado, no qual são identificados desgastes, falhas e componentes que necessitam substituição.
A partir desse levantamento, o trabalho é dividido em duas grandes áreas: chassi e torre. A 2º Tenente Letícia Moreira, chefe do Pavilhão de Manutenção, explica que são realizados testes iniciais para identificar peças críticas. Em seguida, ocorre a substituição de componentes, a revitalização propriamente dita e, por fim, os testes finais, antes da devolução da viatura à unidade de origem.
Um dos diferenciais do projeto está na atuação da Seção de Estudos e Projetos do Parque de Manutenção. Nessa área, engenheiros formados pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) desenvolvem peças exclusivas, permitindo a nacionalização de componentes, a redução de custos e a diminuição da dependência externa. Segundo o Coronel Mariano, essa capacidade técnica garante soluções sob medida para os desafios da manutenção dos blindados.
O cronograma prevê que, somente em 2026, cinco viaturas Leopard 1 A5 sejam revitalizadas. Ao longo de dez anos, o projeto deve alcançar 52 unidades, com cada blindado passando por pelo menos dois meses de trabalho intenso. Após a substituição de peças e componentes eletrônicos, são realizados testes rigorosos de arranque, aceleração, frenagem, além da estabilização da torre e do armamento. Somente após aprovação em todos os critérios a viatura é considerada apta para retorno ao serviço operacional, conforme explica o 1º Sargento Volnei Della Flora.
Leopard 1 A5 Mantém Mobilidade, Proteção e Alto Poder de Fogo
Empregados tanto em operações reais quanto em exercícios de adestramento, os Leopard 1 A5 continuam sendo um dos principais meios blindados do Exército Brasileiro. De origem alemã, o carro de combate é utilizado em diversos países e contextos de defesa, estando em operação no Brasil desde 2009.
Com 42 toneladas, o Leopard 1 A5 é equipado com motor de 830 cavalos de potência, autonomia de até 600 quilômetros e avançado sistema de controle de tiro, que inclui visão térmica, permitindo engajamento preciso de alvos mesmo em operações noturnas. Seu canhão de 105 milímetros, aliado à possibilidade de acoplar metralhadoras antiaéreas e MG3, assegura elevado poder de fogo no campo de batalha.
Dessa forma, o Projeto de Revitalização não apenas prolonga a vida útil dos blindados, mas preserva uma capacidade estratégica essencial para o Exército Brasileiro, garantindo prontidão, eficiência e poder de dissuasão em médio e longo prazo.

Seria melhor desenvolver um modelo nacional, de 120 mm. Acho que a revitalização cara e lenta.
Lixo, joga o dinheiro no lixo
Tanques da década de 60, tudo lata de sardinha sucateada.😂😂😂