Empresa Nauticus Robotics, fundada por Nicolaus Radfors, está lançando os primeiros hidronautas e aquanautas para comercialización total este ano, os testes planejados serão realizados na Noruega e no Golfo de México.
Vindo de contra aos operadores tradicionais da indústria, a Nauticus Robotics, fundada em 2014 por Nicolaus Radford, fundador e atual CEO, lançará os primeiros aquanautas e hidronautas na natureza, operadores cada vez mais próximos de sua comercialización. A estimativa é que já este ano (2023), aconteça a venda desse tipo de equipamento.
No terceiro trimestre de 2022, a Nauticus Robotics concluiu uma combinação de negócios com CleanTech Acquisition Corp., chegando a arrecadar quase US$ 60 milhões para financiar sua primeira frota de robôs oceânicos
Atualmente, a Nauticus Robotics conta com três Aquanautas de segunda geração sendo construídos em Vancouver, estes serão destinados ao México e na costa da Noruega.
Duas embarcações de superfície não tripuladas, hidronautas (USVs) estão sendo construídas no Reino Unido e irão atuar como sistemas de lançamento, recuperação e embarcação de superfície para os aquanautas.
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Segundo o CEO da empresa, a inovação tem sido bastante lenta na indústria offshore, mas fato não o desestimula.
Nicolaus Radford busca levar tecnologia robótica desenvolvida especialmente para voos espaciais para o océano.
“Meu sonho é ter uma rede de Aquanautas e Hidronautas trabalhando, uma Marinha inteira deles, sendo controlados por centros de controle em todo o mundo, 24 horas, 7 dias por semana, fazendo o que querem. Esse é o cerne do negócio. Há um océano de oportunidades para aproveitar”, revelou ele.
Segundo Radford, os Aquanautas e Hidronautas podem trabalhar da pesca até o combate à segurança global, oferecendo maior vigilância subaquática para proteger estruturas críticas, como oleodutos e cabos de comunicação
CEO da Nauticus Robotics acredita que essa indústria pode oferecer muitas facetas diferentes para movimentação.
Segundo ele, este mercado é o “epicentro de todos os nossos recursos”, indo de alimentos, até minerais e energia. Tal fato representa uma economia marinha de aproximadamente US$ 2,5 trilhões, com potencial de cerca de US$ 30 milhões para investimento de robótica oceânica em construção pela Nauticus.
Os hidronautas criados pela Nauticus contarão com um pacote Guardia Autonomy da Marine AI, localizada em Plymouth, no Reino Unido.
O pacote é um sistema de lançamento e recuperação de Konsberg, assim como implantação por meio de casco para transdutores e diferentes sistemas de comunicação acústica.
Inicialmente, o pacote será sinalizado para a MCA Workboat Code, opcionalmente desacoplado, visando não ser limitado por nenhum regulamento, permitindo viagens de cerca de 160 milhas (257,5 km) náuticas de um porto seguro com sua tripulação.
O manipulador projetado para o aquanauta também está sendo comercializado como produto independente
Nicolaus Radford afirma que a construção do Aquanaut foi como uma atividade de engenharia de lua cheia, onde haviam várias tecnologias que estão encontrando seus próprios fluxos de receita independentes, seja por meio da pilha de software chamada Toolkit que executa tudo ou todo o caminho até apenas o manipulador.
O fato de não ter de fato nenhum manipulador elétrico no mercado instigou a empresa a preencher essa lacuna.
A primeira entrega foi feita para a IKM, localizada na Noruega, que passou por um período de desenvolvimento e que já conta com seu primeiro lote de produção.
A empresa Nauticus Robotics prevê lançamento de aquanautas e hidronautas para 2023. Meta auxiliará o mercado por meio de tecnologias robóticas submarinas, o qual é atualmente composto por tecnologias tradicionais.

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