De Harvard ao Vale do Silício, descubra como os cinco fundadores do Facebook construíram trajetórias diferentes, entre fortunas bilionárias, ativismo social e empresas inovadoras
É difícil falar sobre Mark Zuckerberg sem pensar no Instagram, Facebook e WhatsApp. Esses aplicativos são controlados pela Meta, empresa da qual ele é cofundador, presidente, CEO e acionista majoritário. Mas é importante é lembrar que o projeto começou em um dormitório de Harvard, no início dos anos 2000, e não foi obra de uma única pessoa.
Ao lado de Zuckerberg, outros quatro estudantes também ajudaram a criar a rede social mais famosa do mundo. A seguir, confira onde estão e o que fazem os outros fundadores do Facebook.
Dustin Moskovitz
Dustin Moskovitz estudava economia em Harvard quando decidiu largar o curso para se dedicar ao Facebook.
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Ele ajudou a contratar engenheiros e ocupou funções de liderança técnica. Em 2008, saiu do projeto e cofundou a Asana, uma plataforma de produtividade usada globalmente.
Segundo a Forbes, Moskovitz tem hoje mais de US$15 bilhões, figurando entre os 150 mais ricos do planeta.
Além disso, ao lado da esposa, Cari Tuna, mantém a Open Philanthropy, fundação voltada a projetos sociais. Apesar do patrimônio, leva uma vida discreta em São Francisco.
Eduardo Saverin
O brasileiro Eduardo Saverin foi peça-chave na origem do Facebook. Ele investiu cerca de US$19 mil para sustentar os servidores e garantir o crescimento inicial da rede.
A parceria com Zuckerberg, no entanto, acabou em 2005, em meio a disputas judiciais que chegaram a ser retratadas no filme A Rede Social.
Saverin se mudou para Singapura, renunciou à cidadania americana e passou a atuar como investidor de risco. Ou seja, busca retornos altos em projetos nos quais aplica recursos.
Hoje, com 42 anos, é o homem mais rico de Singapura, com fortuna estimada em US$31,9 bilhões, ocupando a 56ª posição na lista da Forbes.
Andrew McCollum
Andrew McCollum foi colega de classe de Zuckerberg e responsável pela primeira interface web do Facebook.
Também deixou Harvard para trabalhar na rede, mas em 2006 retornou à universidade e concluiu ciência da computação.
Ao longo dos anos, investiu em startups do Vale do Silício e assumiu o cargo de CEO da Philo, serviço de streaming voltado a canais de TV ao vivo e sob demanda. Aos 41 anos, McCollum leva uma vida mais discreta que os ex-colegas bilionários.
Chris Hughes
Chris Hughes também esteve no time inicial do Facebook. Após terminar os estudos em Harvard, atuou como porta-voz da empresa.
Em 2007, mudou de área e passou a trabalhar na campanha presidencial de Barack Obama. Ele ajudou a criar a plataforma digital que mobilizou milhões de voluntários e doadores.
Depois, Hughes comprou a revista The New Republic. Hoje, aos 40 anos, acumula fortuna estimada em US$430 milhões.
Casado com o ativista Sean Eldridge, dedica-se a causas sociais e ao debate sobre desigualdade econômica nos Estados Unidos.
Mark Zuckerberg
Enquanto os outros seguiram caminhos diferentes, Mark Zuckerberg permaneceu no comando da empresa.
Sob sua liderança, o Facebook comprou o Instagram em 2012, o WhatsApp em 2014 e mudou de nome para Meta em 2021.
Essa nova fase refletiu a aposta no metaverso e em avanços de inteligência artificial. Aos 40 anos, Zuckerberg tem fortuna superior a US$100 bilhões, mantendo-se entre os mais influentes do setor de tecnologia.
Criação do Facebook: um legado coletivo
Embora Zuckerberg seja a face mais conhecida, a trajetória do Facebook contou com contribuições de outros talentos.
Portanto, o sucesso da rede social que conecta bilhões de pessoas nasceu de uma combinação de ideias e esforços compartilhados.
Além disso, os cinco fundadores mostram que cada escolha leva a resultados distintos. De bilionários discretos a ativistas engajados, todos deixaram sua marca na história da tecnologia.
Com informações de Xataka.

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